Operação da PF mira suspeitos de movimentar R$ 200 milhões com venda ilegal de ouro e pedras preciosas em Luís Domingues (MA) e mais sete estados

Foto: Divulgação/Polícia Federa

Uma operação da Polícia Federal investiga suspeitos de movimentar cerca de R$ 200 milhões com a extração e venda ilegal de ouro e de outras pedras preciosas. Nesta terça-feira (12), estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão em Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal.

Segundo a corporação, a Operação Ita Yubá tem como alvo um grupo que comprava, transportava e vendia minérios ilegalmente. Como os nomes dos investigados não foram divulgados, o g1 não conseguiu localizar as defesas para que pudessem se posicionar até a última atualização desta reportagem.

Conforme investigado, os suspeitos abasteciam empresas do setor de joias, lavavam dinheiro com as vendas e promoviam o "enriquecimento ilegal".

Confira a lista de cidades com mandados de busca e apreensão:

  1. Capanema e Cumaru do Norte no Pará
  2. Luís Domingues do Maranhão
  3. Pontes e Lacerda no Mato Grosso
  4. Palmas no Tocantins
  5. GoiâniaSenador CanedoAparecida de Goiânia e Uruaçu em Goiás
  6. Uberlândia em Minas Gerais
  7. São José do Rio Preto em São Paulo
  8. Brasília no Distrito Federal

Investigação

De acordo com Sandro Paes Sandre, chefe da Delegacia do Meio Ambiente, as investigações iniciaram há aproximadamente dois anos com a primeira fase da Operação Sólidos, em que foi identificado um grupo especializado na extração, aquisição, transporte e comercialização do ouro em natura. O delegado explicou que a partir da análise dos celulares apreendidos na época foi possível detectar um grupo crimonoso de maior atuação, no território goiano, no Distrito Federal e mais outros estados.

A Polícia Federal identificou que esse ouro era extraído de áreas não autorizadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e sem licenciamento ambiental.

Na primeira fase da operação, a polícia descobriu um laboratório no fundo de uma empresa de Goiás, onde o mineral era fundido. Já na segunda etapa, um laboratório desativado foi localizado no Tocantins e outro em Goiânia.

Fonte: G1

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