Defesa de Maranhãozinho diz haver erros na acusação da PGR contra o deputado

 


SÃO LUÍS - A defesa do deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) apresentou tese de que há erro na interpretação da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria Geral da República (PGR) quando acusa o parlamentar de negociação de liberação de propinas em emendas parlamentares. As afirmações foram feitas, nesta terça-feira, 10, durante o julgamento contra o parlamentar maranhense que ocorre na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os advogados apresentaram documentos para mostrar que os recursos federais que está no centro da investigação pedido de propina era do Ministério da Saúde oriundo de projetos da Prefeitura de São José de Ribamar. 

A informação foi dada em primeira mão no quadro Bastidores do Bom Dia Mirante, da TV Mirante, na manhã desta terça.

Segundo a defesa de Maranhãozinho, durante a sustentação oral na 1ª Turma do STF, na denúncia do então prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio, ele afirma desconhecer que os recursos da Saúde vieram de emendas parlamentares. 

Além disso, os advogados mostraram que as emendas parlamentares enviadas a São José de Ribamar foram feitas pelos então deputados federais Hildo Rocha (MDB), Eliziane Gama (PSD) e José Reinaldo Talvares nos anos de 2019 e 2020. Esses dados, pela alegação da defesa, foi comprovada pela Controladoria Geral da União (CGU).

Outra alegação da defesa de Josimar de Maranhãozinho é que ele e Eudes Sampaio eram adversários políticos já que o deputado apoiava o concorrente de Sampaio, Julinho Matos, que foi eleito prefeito de São José de Riabamar em 2020 pelo PL.

O julgamento teve início as 9h desta terça-feira e continua acontecendo. A previsão é de que duas outras sessões devam ocorrer: uma às 14h ainda esta terça e e continua acontecendo. A previsão é de que duas outras sessões devam ocorrer: uma às 14h ainda esta terça e outra às 9h da quarta-feira, 11. 

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